SP: GOE nega envolvimento em morte de criança

O delegado supervisor do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, Sérgio Guarda, afirmou, nesta madrugada, que o tiro, de espingarda calibre 12, que matou ontem à noite a menina Larissa Alves de Souza, de 6 anos, atingida no rosto, durante uma troca de tiros entre policiais e traficantes, em favela da zona sul da capital paulista, não teria sido efetuado por agentes do GOE. "Os agentes do GOE não estavam armados com espingardas calibre 12, e nossos policiais não usam normalmente esse tipo de armamento?, disse. Segundo o delegado, a polícia recebeu informações sobre a existência de traficantes na favela Alba, em Vila Santa Catarina, zona sul da capital. Ao chegarem ao local, agentes do GOE foram recebidos a tiros pelos bandidos e revidaram os disparos.A morte de Larissa Alves de Souza foi registrada no 35ºDistrito Policial, do Jabaquara, pelo delegado Bernardo CarameloVono. Foi lavrado um boletim de ocorrência sobre resistência emorte a esclarecer, onde dois policiais do GOE são citados como envolvidos no tiroteio e outros três como testemunhas.

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