STF cassa liminar e irmão de Medina deve ser preso de novo

Virgílio Medina é acusado de participação na máfia dos caça-níqueis

11 Setembro 2007 | 23h11

O Supremo Tribunal Federal (STF) cassou nesta terça-feira a liminar concedida em junho deste ano pelo ministro Marco Aurélio para soltar Virgílio Medina - irmão do ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça Paulo Medina -, preso em abril deste ano, durante a Operação Furacão, da Polícia Federal. Com isso, Medina deve voltar a ser preso.   Medina foi preso com outras 19 pessoas, todos acusados de integrar a máfia dos caça-níqueis, que negociava a venda de sentenças judiciais para favorecer a exploração de jogos ilegais.   Marco Aurélio havia concedido liminar para soltar todos. Argumentava que faltava fundamentação para mantê-los presos. Apesar dessa decisão, 11 dos 20 acusados continuaram presos, porque havia outras ordens de prisão.   Nesta terça-feira, os demais ministros da 1ª Turma do STF discordaram de Marco Aurélio e revogaram a liminar que beneficiava especificamente Virgílio Medina. No entanto, a decisão abre caminho para que os demais envolvidos com a máfia dos caça-níqueis voltem para a cadeia.

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