STJ nega habeas a acusado de liderar jogo do bicho no Rio

Renato Costa de Andrade e Silva pediu habeas-corpus na tentativa de mudar decisão de ministro do STJ

Elvis Pereira, estadao.com.br

26 de setembro de 2008 | 18h13

O sobrinho do contraventor Castor de Andrade, já falecido, continuará preso preventivamente. O ministro Paulo Gallotti, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou na segunda-feira, 22, o habeas corpus com o qual a defesa de Renato Costa de Andrade e Silva tentava modificar a decisão do ministro Napoleão Nunes Maia, relator do caso, de mantê-lo detido. Segundo a Corte, Silva é apontado como um dos líderes da quadrilha que domina o comércio de caça-níqueis e o jogo do bicho no Rio. Ele responde a processo com mais 13 pessoas, suspeitas de envolvimento com o bando.   De acordo com o STJ, Gallotti afirmou não ver razão para modificar a determinação de Maia, que rejeitou o pedido de liberdade provisória do acusado. "O constrangimento não se mostra com a clareza imprimida pelo impetrante, sendo necessário um exame mais detido da matéria, a ser realizado por ocasião do julgamento definitivo", explicou Gallotti. Agora, o processo será enviado ao Ministério Público Federal, que deverá elaborar parecer sobre o caso.

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