STJ nega liberdade a Romanini, acusado de integrar a máfia do cigarro

O delegado Nicola Romanini continuará preso. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Nilson Naves, indeferiu a liminar solicitada pela defesa do delegado para que ele aguardasse o julgamento em liberdade. Romanini está preso no Presídio Especial da Polícia Civil desde setembro deste ano, acusado de pertencer à denominada Máfia dos Cigarros que atua em São Paulo. A prisão do delegado se deu após a investigação deflagrada para apurar as atividades de Roberto Eleutério, conhecido como ´Lobão´, envolvendo falsificação de cigarros e contrabando ou descaminho em geral, ter resultado em investigação local (em São Paulo) determinada pela juíza corregedora da capital em 12 de setembro. Já no dia 15, o delegado da Polícia Civil teve sua prisão preventiva decretada, tendo imediatamente se apresentado para o cumprimento da ordem. Nilson Naves indeferiu o pedido porque não há no caso os requisitos que autorizem a concessão da liminar. O mérito deverá ser apreciado após o retorno do processo ao Ministério Público Federal para que seja emitido parecer.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.