STJ prorroga prisão de Pedro Dias, Waldez Góes e mais 4 acusados

O governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), candidato à reeleição, e o ex-governador Waldez Góes (PDT), que tenta vaga no Senado, permanecerão presos em Brasília por pelo menos mais cinco dias. A pedido do Ministério Público, o ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que relata o inquérito da Operação Mãos Limpas, decidiu prorrogar o prazo das prisões de Góes, Dias e de outros quatro investigados.

Felipe Recondo / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

15 de setembro de 2010 | 00h00

Além do governador e de seu antecessor, permanecerão presos Marília Góes, mulher do ex-governador e ex-secretária de Inclusão e Mobilização Social, José Júlio Miranda, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Aldo Alves Ferreira, secretário de Justiça e Segurança Pública, e Alexandre Gomes de Albuquerque, empresário.

O Ministério Público alegou que a medida é necessária para garantir o andamento das investigações e não comprometer os depoimentos que ainda estão sendo colhidos.

Os outros 12 investigados que foram presos na última sexta-feira deveriam ser soltos ainda na noite de ontem, conforme a decisão de Noronha.

Horário eleitoral. Coordenador da campanha e candidato a vice na chapa de Pedro Dias, Alberto Góes disse que os advogados entrarão com pedido de habeas corpus. Desde sexta-feira, o programa do governador está sendo repetido no horário eleitoral gratuito. Hoje, "teremos um novo", disse Alberto Góes. / COLABOROU ALCINÉA CAVALCANTE

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