Sul-africano dava novo fôlego a usina

Há 1 ano no Brasil, executivo atuava em projeto siderúrgico no Rio

Danielle Carvalho, O Estadao de S.Paulo

02 de junho de 2009 | 00h00

Formado em Engenharia Mecânica, o sul-africano Erich Walter Heine, de 42 anos, vivia há um ano no Brasil. Sua chegada ao País se deu em maio do ano passado, quando assumiu a presidência do Conselho de Administração da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), projeto siderúrgico que vem sendo desenvolvido no Rio por meio de uma joint venture entre o grupo alemão ThyssenKrupp, para onde trabalhava, e mineradora brasileira Vale. O executivo embarcou no voo da Air France com destino à Alemanha, onde participaria de uma agenda de reuniões de negócios. Casado, pai de três filhos, Heine tinha pesada rotina de viagens internacionais. Além da presidência da CSA, o sul-africano era responsável pelo desenvolvimento de uma unidade laminadora que a ThyssenKrupp está construindo no Alabama (EUA). Ali, será cortado o aço produzido no Brasil. Com longa experiência nas áreas de siderurgia, o engenheiro chegou ao Brasil com a missão de substituir Aristides Coberlini, que presidiu, em meio a turbulências, o projeto da CSA até o início do ano passado. Heine conseguiu dar novo fôlego às obras da usina, que deve entrar em operação no final deste ano. O executivo fazia parte do quadro da ThyssenKrupp Steel desde 2006, quando passou a integrar o conselho executivo da empresa.

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