Suspeita de Gripe A

Moro em Istambul, Turquia, e iria retornar ao país em 5 de agosto com meus dois filhos (10 meses e 6 anos), minha mãe e uma funcionária. Um dia antes da viagem, meu filho menor acordou com gripe, febre, diarreia e vômito. O pediatra disse para não viajarmos antes que ele fizesse mais exames. Fui à agência representante da Lufthansa no Brasil com o atestado médico para transferir as datas das passagens, mas ela negou a isenção da multa. A empresa pediu que fossem pagos 100 por cada passageiro, mais US$ 50 de taxa de reemissão dos bilhetes para cada passagem. Ou eu viajava com uma criança doente ou desembolsava o valor equivalente a mais uma passagem! O diagnóstico foi de uma virose forte, mas a empresa não deveria zelar por seus passageiros e funcionários? ALESSANDRA M. TAKMAZ Istambul Patrícia Fusaro, customer feedback management da agência alemã da Lufthansa e da agência suíça da Airlines, explica que a regulamentação aplicada nesses casos não prevê a isenção de taxa de remarcação em casos de doença, exceto em caso de morte de parente de 1.º grau. Acrescenta que as regulamentações aéreas são determinadas pela International Air Transport Association (Iata) com a aprovação governamental e seguidas por todas as companhias aéreas. Uma das regras é a restrição de mudança de data, que pode ser efetuada dentro da validade do bilhete mediante uma taxa de remarcação. Mas, por se tratar de um período vulnerável com surto da nova gripe, a empresa compreende a gravidade da situação e irá, excepcionalmente, reembolsar as taxas de remarcação dos bilhetes. Precatório congelado Tenho 88 anos e minha esposa, 85. Após muitas audiências com testemunhas, perante uma Corte de juízes, foi julgado o processo para o reembolso de despesas hospitalares e outras referente a um acidente que ocorreu em 8 de abril de 1995. Após mais de dez anos de pesquisas e estudos, o processo foi definitivamente concluído com a emissão do precatório para a prefeitura de Florianópolis, devedora incontestável. No entanto, 14 anos depois do acidente, a prefeitura, desrespeitando o Judiciário, até agora não se pronunciou para programar o pagamento. ORLANDO e MARIA F. PARISE São Paulo Infelizmente, os meios de comunicação não vêm ajudando em nossa luta contra o governador e o prefeito de São Paulo, "caloteiros" que não pagam os nossos precatórios. JOSÉ AUGUSTO BOSCHETTI São Paulo Punição a jogadores Surgiram inúmeros bingos clandestinos depois que o governo proibiu seu funcionamento. É comum a polícia invadir esses locais, apreender máquinas e deter os responsáveis. Outro dia, assisti pela televisão a uma dessas batidas. Todos os presentes, responsáveis e apostadores, foram levados para uma delegacia. A maioria dos apostadores era mulheres e, algumas, idosas. Acredito que elas devem ter passado por grande constrangimento. A polícia agiu corretamente levando todos para a delegacia ou extrapolou suas funções, detendo também os apostadores? Um apostador que frequenta bingos clandestinos pode ser considerado infrator perante a lei? ADOLFO ZATZ São Paulo A Sala de Imprensa da Polícia Militar do Estado de São Paulo esclarece que a Lei das Contravenções Penais tipifica também a conduta do apostador, conforme o artigo 50, § 2. Desse modo, informa, as pessoas envolvidas precisam ser qualificadas e não houve nenhuma incorreção na ação policial mencionada. Ultrapassagem proibida Fui multado por transitar pela "contramão" em via de duplo sentido. Nos recursos que apresentei, informei que no local não havia nenhuma indicação que proibisse a ultrapassagem. Pedi que me orientassem como fazê-la, sem transitar pela contramão, mas nem o "marronzinho" nem os funcionários da Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) me informaram. Consultei a CET por escrito e também não obtive resposta. NELSON MEIRELLES São Paulo Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que, conforme dispõe o artigo 32, no Capítulo 3.º do Código de Trânsito Brasileiro, "o condutor não poderá ultrapassar veículos em vias com duplo sentido de direção e pista única, nos trechos em curvas e em aclives sem visibilidade suficiente, nas passagens de nível, nas pontes e viadutos e nas travessias de pedestres, exceto quando houver sinalização permitindo a ultrapassagem. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

, O Estadao de S.Paulo

14 Agosto 2009 | 00h00

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