Suspeita de ser usada como laranja não é encontrada em MG

Viviane Gomes da Silva, suspeita de ter sido usada como "laranja" para o saque da maior parte dos dólares utilizados na compra do dossiê Vedoin, não foi encontrada nesta quinta-feira, 26, na cidade de Ouro Preto, na região central de Minas Gerais. Viviane teria sido ouvida na quarta, 25, por um delegado da Polícia Federal por integrar a família de Levy Luiz da Silva Filho, seu pai, que compõe uma lista de laranjas utilizada pela Vicatur Câmbio e Turismo, de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.A investigação da PF aponta que a maior parte dos dólares utilizados para a compra do dossiê Vedoin foi adquirida nesta empresa. Durante todo o dia, a imprensa fez plantão na porta da casa de Viviane, que mora junto com a irmã Lidiane Gomes da Silva, com o padrasto, Gérson Luís Cota, e a mãe, Maria Gomes de Aquino. Apesar da movimentação dos jornalistas, nenhum dos integrantes da família apareceu na janela da residência e nem quis dar declarações pessoalmente.Viviane e Lidiane trabalham na Pousada Ouro Preto, de propriedade do padrasto, como recepcionistas. Na pousada, as informações foram de que Viviane não teria ido trabalhar hoje por ter levado o filho ao médico na cidade vizinha de Mariana. Lidiane, estaria de licença maternidade há dois meses.Por telefone, Lidiane evitou tecer comentários sobre o envolvimento na transação e disse apenas que não tinha nada a declarar. Até a noite de quarta, haviam sido identificados seis parentes de Levy na lista dos laranjas.

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