Suspeito preso não abusou de menina morta em Curitiba, diz IC

Jorge Luiz Pedroso Cunha deverá, no entanto, permanecer preso, já que era procurado pela Justiça por abuso

Evandro Fadel, O Estado de S.Paulo

11 de novembro de 2008 | 19h38

Em Curitiba, a Secretaria da Segurança Pública informou na tarde desta terça-feira, 11, que os exames preliminares feitos pelo Instituto de Criminalística, para comparativo de DNA, descartaram a possibilidade de Jorge Luiz Pedroso Cunha, de 52 anos, ter violentado Rachel Genofre, de 9 anos, cujo corpo foi encontrado no dia 5 dentro de uma mala abandonada na rodoferroviária da capital paranaense. O DNA de outra pessoa que se apresentou espontaneamente para exames também deu resultado negativo.   Veja também: Divulgado retrato falado do suspeito de matar menina no PR   Mesmo com essa negativa, Cunha, preso domingo em Itajaí (SC), permanece preso, pois tinha um mandado de prisão, em razão de ser acusado de atentado violento ao pudor contra um menino no litoral paranaense, no ano passado. De acordo com a polícia, ele confessou esse crime. "Há alguns dias estamos em outras linhas de investigação que não podem ser reveladas por enquanto", disse o secretário da Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, por meio da assessoria de imprensa. "Intensificamos estas apurações porque estão surgindo provas importantes."

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