TAM terá de pagar R$ 2.500 por danos morais a passageiro

A juíza Marcia de Andrade Pumar, do 1º Juizado Especial Cível do Rio, determinou que a companhia aérea TAM pague R$ 2.500 ao servidor público Carlos Guedes Brito, de 29 anos, a título de indenização por danos morais. No dia 22 de dezembro, ele e a mulher dormiram na sala de embarque em Natal por causa do caos nos aeroportos. Eles aguardavam o vôo de volta de Natal, onde passaram férias, para o Rio. A TAM ainda pode recorrer. "Eu não quero ficar rico às custas da companhia aérea, mas as pessoas não podem se acostumar e achar que tudo isso é normal", disse ele. O vôo de Guedes estava previsto para sair a 0h20, mas só decolou às 13h30 do dia seguinte. "No check-in disseram que estava tudo normal. Quando entramos na sala de embarque, vimos o caos. Pessoas deitadas no chão e nenhuma satisfação da companhia aérea. Não nos ofereceram nem um copo de água", afirmou ele, que estava voltando de férias. "Passei dias descansando de um ano de trabalho e no primeiro dia de volta já me estressei mais do que no ano inteiro", reclamou. A advogada dele, Heloisa Galaxe, considerou importante para a vitória judicial o fato de seu cliente ter fotografado os painéis do aeroporto, demonstrando que o horário de embarque havia mudado pelo menos três vezes. Na Justiça, a TAM atribuiu o atraso a problemas no tráfego aéreo. A assessoria da empresa disse ter sido informada da decisão e que tomará as providências legais cabíveis.

Agencia Estado,

04 Abril 2007 | 18h37

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