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Taxista atende refém libertado e é confundido com criminoso

À 1h40 de ontem o taxista Etevaldo Neves Souza resolveu tomar um lanche no McDonald´s da Avenida Água Espraiada, no Brooklin, zona sul. Não havia dado a primeira mordida quando um homem alto e com barba entrou apressado no táxi. Em uma das mãos, segurava um paletó e, na outra, uma pasta. Só horas mais tarde Souza descobriu que o passageiro era o empresário carioca Carlos Alberto Vilar, sobrinho de Luis Vilar, um dos proprietários da construtora Odebrecht, que fora seqüestrado. Mas a sensação de ajudar uma vítima libertada do cativeiro logo foi substituída pelo medo, já que, em certo momento, Souza foi confundido pela polícia como um dos seqüestradores. Leia mais no JT

Agencia Estado,

02 de março de 2003 | 08h42

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