TBG inicia obras de reparo do gasoduto Bolívia-Brasil

Obras devem ser concluídas até o dia 15 desde que as condições climáticas se mantenham favoráveis

da Redação - estadao.com.br,

03 de dezembro de 2008 | 16h13

As obras de reparo do gasoduto Bolívia-Brasil na região de Gaspar, em Santa Catarina, foram retomadas na tarde desta quarta-feira, 3. A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A (TBG) foi autorizada a iniciar os trabalhos pelo diretor da Defesa Civil de SC, Major Márcio Luiz Alves, que reuniu-se na noite da terça-feira, 2, com a direção da empresa.   Veja também: 95% da água em Blumenau está normalizada Saiba como ajudar as vítimas das chuvas  Chuva inunda ruas em Blumenau e Itajaí Saúde SC notifica 62 suspeitas de leptospirose Mais de 5,5 mil imóveis continuam sem luz Situação de solo não mudou em SC, diz IPT Desvio é feito na principal ligação entre PR e SC IML divulga lista de vítimas identificadas Repórteres relatam deslizamento em Ilhota  Mulher fala da perda de parentes em SC Tragédia em Santa Catarina  Blog: envie seu relato sobre as chuvas  Veja galeria de fotos dos estragos em SC   Tudo sobre as vítimas das chuvas          Segundo a assessoria de imprensa da TBG, será possível manter o prazo previsto para a conclusão da obra, dia 15 de dezembro, desde que as condições climáticas se mantenham favoráveis. Inicialmente, estimava-se em três semanas o tempo para o conserto do gasoduto.   Na terça, o coordenador-geral do trabalho, engenheiro Oswaldo Luiz Monte, da TBG, esteve na sede estadual da Defesa Civil, em Florianópolis, onde apresentou um plano de monitoramento da área de trabalho e outro relativo ao pronto abandono do local no caso de deslizamentos. O projeto foi aprovado e o acesso ao local liberado pela Defesa Civil.   Além de helicópteros prontos a atuar em caso de emergência, serão utilizados outros recursos, entre eles ambulância UTI na base operacional. Com o rompimento do duto, grande parte de Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão sem o combustível.   O acesso é ainda um grande problema. Nesta quarta, máquinas tentavam abrir caminho para permitir que o material e as pessoas chegassem por terra mais facilmente. Uma rota que estava sendo usada para levar combustível sofreu nova queda de barreira e outro caminho teve de ser escolhido. A forma mais segura para chegar ao local é por helicóptero. No domingo, a Defesa Civil ordenou que a TBG removesse os funcionários da área, pois ela poderia sofrer novos deslizamentos.   (Com informações de Júlio Castro e Eduardo Nunomura, de O Estado de S. Paulo)   Atualizado às 18 horas

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