''Tentamos reanimá-la'', diz bombeiro

ENTREVISTA - Gildásio Alves: cabo

Bruno Tavares, O Estadao de S.Paulo

02 de abril de 2008 | 00h00

O cabo Gildásio de Souza Alves, de 38 anos, do Corpo de Bombeiros, primeiro a prestar atendimento a Isabella de Oliveira Nardoni, diz que a menina teve uma parada cardiorrespiratória logo após a queda. "Tentamos reanimá-la seguindo os protocolos de atendimento a traumatizados", diz o bombeiro. Abaixo, os principais trechos da entrevista concedida ontem, por telefone, ao Estado:O que o sr. viu ao chegar?Quando chegamos ao prédio já havia pessoas no local. Assim que atendi a garota, constatamos parada cardiorrespiratória. Tentamos reanimá-la seguindo os protocolos de atendimento a traumatizados.A menina tinha ferimentos?Tinha escoriações no rosto.Havia alguma lesão que chamou sua atenção?Nada de anormal. A gente não repara muito.Como foi a remoção da garota?Quando a médica (dos bombeiros) chegou, a garota já estava na unidade de resgate. Ela deu início a outros procedimentos de reanimação, aplicou algumas drogas e seguimos para a Santa Casa.Quanto tempo durou o trajeto?Foi tudo muito rápido. Seis minutos no máximo.Em algum momento a garota respondeu às tentativas de reanimação?Tentamos várias vezes, mas não tenho condições de dizer isso. Quem monitorava era a médica.

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