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Terminais de ônibus fecham na zona sul de São Paulo; rodízio é suspenso

A guerra do grupo organizado PCC contra o Estado de São Paulo já dura três dias e complica a vida do paulistano que precisou trabalhar na manhã desta segunda-feira. A SPTrans, empresa que administra o transporte coletivo na capital, fechou os nove terminais de ônibus situados na zona sul. Não há, até o momento, previsão de reabertura. Dos cerca de 15 mil ônibus que compõem a frota paulista, 4 mil não estão circulando esta manhã. Por causa dos ataques aos ônibus, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) suspendeu o rodízio de veículos. Os carros com chapas finais 1 e 2 podem trafegar por toda a cidade.Pela manhã, mais um ônibus foi incendiado, desta vez na avenida Interlagos, zona sul. Os bombeiros foram chamados e foram atacados pelos criminosos. O balanço parcial divulgado pela SPTrans sobre a destruição dos coletivos desde sexta-feira até agora dá conta de que 43 ônibus foram incendiados.Na zona sul, estão fechados os terminais: Bandeira, Capelinha, Santo Amaro, Guarapiranga, João Dias, Jardim Ângela, Varginha, Parelheiros e Grajaú. As empresas que operam linhas naquela região é que estão paralisadas agora cedo são a VIP, Tupi, Paratodos, Transkuba, Cidade Dutra, Campo Belo, Gatusa, Zona Sul e Paratodos. A Viação Sambaiba, que atende a região norte e também estava parada, colocou pouco depois das 8h.O índice de congestionamento em São Paulo às 8 horas era de 92 quilômetros. A média para o horário é de 82 quilômetros.TrensNão bastassem todos os problemas com os ônibus na zona sul, os trens também estão com problemas na região. De acordo com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), houve vandalismo na linha C (Osasco/Jurubatuba), entre as estações Granja Julieta e Santo Amaro. A assessoria de imprensa garante que os atos de vandalismo não tem relação com ataques do PCC. Não há ainda previsão de quando a situação dos trens será normalizada.

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