Tiroteio na Rocinha fecha o comércio e para obras do PAC

Três pessoas, entre elas um argentino, foram presas pelo Bope; seis pessoas ficaram feridas durante o tiroteio

Solange Spigliatti, da Central de Notícias,

07 Agosto 2009 | 08h42

Comerciantes da Favela da Rocinha fecharam as portas na manhã desta sexta-feira, 7, por causa de um tiroteio entre policiais do Bope e traficantes. No tiroteio, seis pessoas ficaram feridas e três pessoas foram presas, entre elas um argentino. Por causa do tiroteio, as obras do PAC na Rocinha foram paralisadas.

 

O Bope procura um cemitério clandestino onde estaria o corpo da engenheira Patrícia Franco. Os policiais, segundo informações do Bope, foram recebidos à bala quando chegaram na Rocinha. 

 

O Batalhão de Operações Especiais da polícia do Rio tem o apoio de veículos blindados e helicópteros da Polícia Miltiar durante a operação na favela da zona sul.

 

Policiais apreenderam 300 kg de maconha na favela, de acordo com as primeiras informações. No total, 250 homens do Bope estão na Rocinha durante a operação desta sexta.

 

Texto ampliado às 12h39 para acréscimos de informações.

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