TJ desmente informação da Segurança Pública sobre bomba

O Tribunal de Justiça de São Paulo informou, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que a Secretaria de Segurança Pública confundiu-se ao afirmar que a bomba que iria ser lançada contra o prédio do Juizado Especial de Itaquera, na estrada de Poá, em Guaianases na Grande São Paulo, teria explodido nas mãos de um dos autores do atentado.Com base em informações transmitidas para o Tribunal de Justiça pelo juiz Ênio Godoy, que se encontrava no juizado no momento do atentado, a assessoria informou que um carro, ocupado por pelo menos duas pessoas segundo testemunhas, passou em alta velocidade em frente ao prédio, no início da tarde, e lançou uma bomba que não atingiu o alvo.A bomba caiu em frente à casa vizinha ao prédio do Juizado e explodiu debaixo de um automóvel que estava estacionado ao lado da calçada. "Quando perceberam que haviam errado o alvo, os integrantes do automóvel voltaram e dispararam vários tiros de revólver contra a fachada do prédio do Juizado", informou a assessoria. Não houve vítimas, mas o carro ficou bastante danificado. A assessoria do Tribunal informou ainda que a polícia da região de Guaianases já teria prendido quatro suspeitos do atentado.

Agencia Estado,

08 de março de 2002 | 17h07

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