Tom Maior inova na segunda noite do carnaval de São Paulo

A escola de samba Tom Maior apostou na inovação para o carnaval desse ano. As surpresas vieram logo no início. Diferente das outras escolas que desfilaram pela passarela do samba paulista desde ontem, o casal de mestre sala e porta-bandeira veio logo depois da primeira ala. As novidades não pararam por aí. A bateria, com uma paradinha executada praticamente a cada vez que a letra do samba-enredo "Em grande sertões veredas, o elo perdido se achou... Piuaí, a terra do sol, me encantou! Com Frank Aguiar, o rei do Forró, eu vou!" é repetida, foi a mais ousada até agora neste Carnaval 2006. O grande destaque da escola, que homenageia o músico Frank Aguiar, é o segundo carro, que tenta reproduzir o esqueleto de um dinossauro. Uma referência direta ao Parque Nacional da Capirava, um dos mais ricos parques arqueológicos do mundo, localizado no Piauí.Os destaques se vestiram de homens das cavernas e rodearam um grande esqueleto de dinossauro articulado. O forrozeiro fechou o desfile da escola da zona oeste num carro que era a cara do Cãozinho dos Teclados, como Aguiar é conhecido. No fundo da alegoria, um pôster gigante do cantor. A escola da zona oeste passou pela avenida com 3.200, distribuídos em 27 alas e cinco carro alegóricos. Além do forrozeiro, a Tom Maior levou para a avenida Adriana Bombom, à frente da bateria, Alessandra Scatena e Gerson Brenner. Correria O portão já estava aberto quando o último destaque do primeira carro alegórico da escola foi colocado. O abre-alas, com estrutura dupla, foi engatado depois da abertura do portão. Mesmo assim a escola conseguiu sair a tempo e terminou o desfile dentro dos 65 minutos regulamentares.

Agencia Estado,

26 Fevereiro 2006 | 01h39

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