Clarín/Reprodução
Clarín/Reprodução

Tragédia no Rio vira destaque na imprensa estrangeira

Jornais dos EUA, Europa e da América Latina noticiam as enchentes e mortes no Estado

estadão.com.br

13 de janeiro de 2011 | 10h58

SÃO PAULO - As enchentes e deslizamentos causados pela fortes chuvas que atingem o Estado do Rio de Janeiro desde o início da semana ganharam as páginas dos principais jornais estrangeiros nesta quinta-feira, quando o número de mortes chegou a quase 400.

 

A rede americana CNN noticiou o número de mortos nas cidades de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis e ainda citou os óbitos no Estado de São Paulo. O jornal New York Times deu ênfase aos "deslizamentos de lama de cor avermelhada" e lembrou que "chuvas e deslizamentos matam centenas por ano no Brasil, especialmente no verão". "Os mais afetados são os pobres, que constroem casas nos pés dos morros e com pouca ou nenhuma estrutura", escreveu o jornal.

 

O jornal britânico The Guardian deu o título "Deslizamentos deixam dezenas de mortos no Brasil" à notícia sobre os incidentes, que ocupava a segunda chamada principal do site do periódico. Na rede de notícias BBC, destaque para a região serrana carioca, com um vídeo mostrando o desespero dos moradores afetados.

 

No resto da Europa, os jornais El País (Espanha), Corriere della Sera (Itália) e Le Monde (França), três dos maiores periódicos do mundo, também deram destaque à tragédia no Rio. O Corriere comparou as enchentes no Brasil às que ocorrem na Austrália, enquanto o El País lembrou que em fevereiro de 2010 morreram 72 pessoas por conta da chuva.

 

Na agência chinesa Xinhua, destaque para as enchentes. Na América do Sul, o venezuelano El Universal e o chileno La Nación reportaram que o número de mortos já ultrapassa os 300. Na Argentina, o Clarín escreveu "Rio: mais de 300 mortos na pior inundação de sua história" e lembrou que "o fenômeno afeta também Minas Gerais e São Paulo".

 

Reprodução do site do espanhol 'El País'.

 

Reprodução do site do americano 'The New York Times'.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.