Trânsito continua complicado em São Paulo após paralisação

O trânsito continuava ruim na capital paulista após a paralisação de motoristas de ônibus e metroviários no começo da manhã desta segunda-feira, 23. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), às 8h30 havia 111 quilômetros de lentidão, índice um pouco acima da média para o horário que é de 100 quilômetros. Segundo a CET, o trânsito lento era reflexo dos atrasos das operações do transporte público da capital paulista. A companhia advertia aos motoristas que o rodízio de veículos não foi suspenso, com isso, carros com placa final 1 e 2 não podem circular até às 10 horas e das 17 às 20 horas. O principal ponto de lentidão foi verificado no sentido centro da Radial Leste, da Rua Divinolândia até a Praça Franklin Roosevelt. Segundo a CET, foram registrados 16 quilômetros de congestionamento. O motorista também enfrentava trânsito lento na Marginal do Tietê, sentido Rodovia Castello Branco, na pista local, da Ponte Aricanduva até a Ponte da Casa Verde. Neste trecho, a lentidão se estendia por 10,4 quilômetros. Ainda na Marginal do Tietê, no sentido Castelo, o congestionamento de 4,2 quilômetros ia da Ponte Aricanduva e até a Ponte Jânio Quadros. A CET registrou também trânsito ruim no sentido Santana do corredor norte-sul, do Viaduto João Julião da Costa Aguiar até a Rua Estela. Foram apontados 5,2 quilômetros de lentidão. Manifestação Um grupo de integrantes ligados à Construção civil realizou uma manifestação reivindicando aumento salarial na Rua Turiaçu, próximo à Avenida Pompéia, na zona oeste da capital, mas segundo a CET, eles não atrapalhavam o trânsito.

Agencia Estado,

23 Abril 2007 | 09h05

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