Trânsito no Itaim Bibi

A CET proibiu estacionamento no lado ímpar da Rua Tabapuã, entre as Ruas Mário Ferraz e Brigadeiro Haroldo Veloso, no Itaim Bibi. No lado par, só é permitido parar com cartão zona azul. A medida não melhorou a fluidez do trânsito, pois não foi feita nenhuma pintura na via para separar as três faixas, e, com isso, os motoristas continuam a ocupar apenas duas. Outras ruas do bairro, que têm espaço para dois carros trafegar, receberam pintura de pista única.

, O Estadao de S.Paulo

11 de setembro de 2009 | 00h00

RENATO REA GOLDSCHMIDT

São Paulo

Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, diz que a largura da Rua Tabapuã é de 9,6 metros com estacionamento liberado no lado par entre as Ruas Brigadeiro Haroldo Veloso e Dr. Mário Ferraz, por isso, não há espaço suficiente para instalar três faixas de rolamento naquele trecho da via. Explica que a sinalização da rua citada atende à atual demanda de circulação de veículos. Esclarece que o projeto de reengenharia adotado, em maio, no Itaim Bibi melhorou, sensivelmente, as condições de fluidez e de circulação do trânsito na região. Diz que houve a eliminação de filas duplas e das manobras para estacionamento que atrapalhavam a circulação e reduziam consideravelmente a capacidade das ruas.

O leitor contesta: A resposta da CET desafia a lógica. Se antes duas pistas eram usadas para estacionamento e duas para rolamento, num total de quatro, por que agora só há três, duas pistas para rolamento e uma para estacionar? Para piorar, depois das 21 horas, o estacionamento é liberado nos dois lados, de forma que a quarta faixa, até então impossível, ganha vida.

Lixo e degradação

Não faltava mais nada: Kassab culpar a ex-prefeita Marta pela enchente! Essa é muito boa! Espero que o atual prefeito assuma suas responsabilidades, em vez de procurar culpados. Concordo com ele num ponto: a população tem sua parcela de culpa ao jogar lixo nas ruas.

RENATA RODRIGUES

São Paulo

Quem pega o elevado Costa e Silva, sentido centro, e desce a rampa no sentido Largo Arouche, depara-se com um volume grande de lixo acumulado por todo lado, prejudicando, inclusive, a passagem dos carros. Continuando no centro, nas Ruas Bento Freitas, Gal. Jardim e adjacências, o lixo se acumula nas calçadas por moradores de rua. Moradores esses que se multiplicaram nas últimas semanas, talvez vindos da Cracolândia, onde há hoje policiamento intenso. Temo pela degradação e segurança, pois houve um deslocamento do problema, não uma solução.

MÁRCIA ROSSI SOARES

São Paulo

Sou paulistano, trabalho no centro de São Paulo há muitos anos e vejo com tristeza e profunda vergonha o estado em que se encontra nossa cidade. Diante de tantas irregularidades, fico imaginando se realmente existe um trabalho de manutenção das calçadas e serviço diário de limpeza. Na Rua 7 de Abril, uma das principais vias do centro, por exemplo, tem mendigos e viciados ocupando metade das estreitas calçadas, obrigando os transeuntes a arriscar suas vidas no trânsito, milhares de bitucas de cigarros no chão, cestos de lixo quebrados, piso esburacado, camelôs que ocupam o espaço vendendo produtos piratas, bares que desrespeitam a lei colocando mesas na calçada, etc.

E tudo isso a menos de 150 metros da Prefeitura!

OTAVIO AKIO YOSHIGA

São Paulo

Sobre aposentadoria

Após 30 anos de contribuição ao INSS, dei entrada no processo de aposentadoria no Sindicato dos Professores Particulares do Estado de São Paulo. Mas o pedido não foi aceito sob alegação de que eu contribui por 11 anos como autônoma usando um código errado. O sindicato entrou com um recurso. Mas, como há muitos processos em São Paulo, meu caso foi para o Rio de Janeiro. Há um ano e meio toda minha documentação está lá. Dizem até que o trâmite pode levar cinco anos! Posso perder meu direito por causa de um funcionário que me passou informações erradas!

ALZIRA JORRI DE TOMEI

São Paulo

O INSS não respondeu.

Sou aposentado e, após o falecimento de minha mulher, recebo uma pensão do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (Ipesp). Desde dezembro de 2008, a autarquia desconta R$ 109,33 de "pensão mensal". Nesses últimos oito meses fiz várias queixas, mas o Ipesp não me responde sobre a razão dos descontos.

NELSON GODOY

Lençóis Paulista

O Ipesp não respondeu.

As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.