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Trégua na greve dos policiais do Espírito Santo

Os policiais civis do Espírito Santo, em greve, resolveram dar uma trégua até o dia 31 para que o governo analise o pedido de reajuste de 38% da categoria e apresente uma contraproposta. O prazo foi solicitado pelo assessor do governo Danilo Duarte, que se reuniu ontem com uma comissão de policiais. "O governo quer um tempo para fazer os cálculos, saber como esse reajuste vai onerar a folha de pagamento", explicou o presidente do Sindicato de Policiais Civis (Sindipol), José Rodrigues Camargo.Camargo disse que está marcada para a tarde de amanhã uma assembléia que deve referendar a suspensão do movimento até o dia 31. De acordo com o sindicalista, a categoria está insatisfeita, mas ele acredita que o prazo para os estudos do governo será aprovado. "Há uma nova disposição por parte do governo para negociar e vamos levar isso em conta", afirmou.Na semana passada, diante do que a categoria classificou como intransigência do secretário de Segurança Pública, coronel Edson Ribeiro do Carmo, o movimento havia radicalizado a paralisação. Os policiais chegaram a suspender o recolhimento de cadáveres, a perícia e o registro de ocorrências.Os policiais do Espírito Santo estão sem aumento há sete anos e tem o salário base de R$ 1.200. Eles pedem o mesmo reajuste concedido à Polícia Miliatar no ano passado (38%), obtido na Justiça. Os policiais querem ainda a abertura de concurso público e o cumprimento de decisões judiciais que beneficiam a categoria.

Agencia Estado,

21 de maio de 2002 | 19h59

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