Tribunal nega liberdade provisória a seqüestradora de bebê

Neusa Aparecida da Silva de 38anos, que disfarçada de enfermeira seqüestrou um bebê na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo vai continuar na cadeia. O Tribunal de Justiça por unanimidade negou-lhe habeas corpus e manteve sua prisão preventiva indeferindo o benefício de liberdade provisória. Neusa a 8 de julho do ano passado, vestindo um jaleco branco, arrancou Carla, com 15 dias de vida, dos braços da mãe, Michele do Nascimento. Alegou que levaria a criança para um exame de Raio X. A menina só foi encontrada três meses e sete dias depois, graças a denúncia anônima, na residência da seqüestradora em Pirituba, que já havia registrado a criança em seu nome. O plano criminoso foi arquitetado pela assistente social da Santa Casa, Bernardete Íris Pacheco, que deu a Neusa todas ascoordenadas. O desembargador relator Segurado Bráz disse que Neusa deve ser mantida na cadeia, para garantia da ordem pública, dada agravidade do crime que cometeu.

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