TST apresenta proposta de suspensão da greve no Metrô-SP

Terminou, por volta de meio-dia, a reunião convocada pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Francisco Fausto, com a diretoria da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô-SP) e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo e do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. O Sindicato dos Metroviários se comprometeu a apresentar na assembléia marcada para as 15 horas de hoje a proposta do ministro Francisco Fausto para a suspensão da greve e retomada das negociações. Para a Companhia do Metropolitano, Francisco Fausto propôs o parcelamento do reajuste de 18,13% conseguido pelos trabalhadores no Tribunal Regional do Trabalho, sendo a primeira parcela, de 8%, paga imediatamente e o restante em janeiro. A empresa irá submeter a proposta ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Os representantes da empresa anteciparam, contudo, que é difícil a aprovação da proposta de Francisco Fausto uma vez que não há possibilidade de reajustes nas tarifas, que foram corrigidas em janeiro passado. Argumentaram ainda que não há também possibilidade de aumentar a arrecadação da empresa a não ser com o reajuste das tarifas uma vez que o número de usuários do metrô não aumenta, e não há previsão de repasse de recursos à empresa por parte do governo estadual. Uma nova reunião do mesmo grupo foi marcada para o próximo dia 24, terça-feira, à tarde. Leia mais Manhã de caos no trânsito de SP com greve do Metrô Atrasada a audiência com metroviários de SP no TST Greve do Metrô provoca recorde de congestionamento Mais um dia de congestionamentos em SP Paulistanos encaram segundo dia de greve do Metrô

Agencia Estado,

18 Junho 2003 | 12h25

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