Tucano começa a montagem de seu segundo escalão

A lista de nomes que formarão o segundo escalão do governo Geraldo Alckmin (PSDB) tem, até agora, apostado em técnicos que participaram de sua primeira gestão (2001-2006) e da gestão do ex-governador José Serra.

Roberto Almeida, O Estado de S.Paulo

07 de janeiro de 2011 | 00h00

O primeiro deles é Mauro Arce, que tocou a pasta de Energia de Alckmin e a de Transportes de Serra, e aceitou assumir a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) a convite do secretário de Energia, José Aníbal.

Para presidir o Metrô, Sérgio Avelleda é o principal cotado. Atualmente, ele é presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e tem passagens pela área jurídica do Metrô desde 2003, ainda na gestão Alckmin. Outro nome com o mesmo perfil é cotado para assumir o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP): Clodoaldo Pelissioni, diretor financeiro da Imprensa Oficial do Estado e ex-tesoureiro das duas últimas campanhas de Alckmin.

A exceção, por enquanto, está na área de Habitação. O secretário e ex-deputado tucano, Silvio Torres, deve acumular a gestão da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).

Continuam indefinidas empresas públicas de orçamento polpudo. A Sabesp, de água e tratamento de esgoto, e a Dersa, de estradas, continuam com vagas abertas. A Dersa ganhou notoriedade na eleição do ano passado porque Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, seu ex-diretor de engenharia, virou pivô de polêmica na campanha serrista a presidente. Ontem, Alckmin reuniu-se com o vice-presidente Michel Temer no Palácio dos Bandeirantes. O foco da conversa, afirmaram, foi a ampliação dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.