Tucanos descartam envolvimento de governador no caso

Procurado ontem pelo Estado para comentar a ligação de seu cunhado, Paulo Ribeiro, com as empresas citadas pela bancada do PT na Assembleia, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não se manifestou.

Fausto Macedo e Roberto Almeida, O Estado de S.Paulo

11 de janeiro de 2011 | 00h00

Para o líder do PSDB na Assembleia, deputado estadual Celso Giglio, Alckmin "não se prestaria a esse tipo de coisa". "Tenho certeza da lisura do governador e tenho certeza de que não participa desse tipo de negócio. Sempre teve muita transparência em seus atos", afirmou.

De acordo com o deputado estadual Orlando Morando, vice-líder do PSDB na Assembleia, a investigação "é um direito legítimo". "Mas o PT tem mania de fazer tempestade em copo d"água e não acham nada fundamentado", argumentou.

Ainda segundo ele, a ligação que o PT fez dos contratos com Ribeiro é "vazia". "Não tem nenhuma prova de que ele intermediou contratos. Eles não esclarecem o escândalo da Erenice (Guerra, ex-chefe da Casa Civil do governo Lula) e querem achar escândalo onde não tem. Querem pegar detalhe em uma coisa baixa", afirmou o tucano.

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