USP: greve já ultrapassa a de 2000 e pode bater a de 1988

Nesta quinta-feira, a Universidade de São Paulo (USP) completa seu 56º dia de paralisação. O tempo de greve já é superior aos 54 dias em que a instituição ficou parada em 2000 e poderá bater os 58 dias registrados em 1988. Além dos funcionários da USP, estão paralisados também os da Universidade de Campinas (Unicamp) e os da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). A categoria reivindica aumento salarial de 16%, mas aceita acabar com a greve caso seja oferecido aumento imediato de 9,41%, com o compromisso de que se chegará aos 16% até janeiro de 2006. No campus da Unicamp, das 17h às 23h30 de quarta-feira, representantes Fórum das Seis - composto pelos sindicatos das universidades ? reuniram-se com o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulista (Cruesp), que bateu o martelo nos 2% de aumento e em dois adicionais de 0,3% (um em outubro deste ano e outro em janeiro de 2005). O Fórum das Seis distribuirá a proposta aos sindicatos dos funcionários de cada instituição. Representantes do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) consideraram absurda a proposta do Cruesp.

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