Valor absurdo

Em fevereiro de 2006 adquiri uma linha da Telefônica e a média de consumo sempre foi de R$ 200. Em dezembro recebi uma conta no valor de R$ 1.268,06 referentes a ligações para a Bulgária e a Suíça, que não fiz. No dia 13 de janeiro contestei esse valor no posto da Telefônica. Em 19 de janeiro, a empresa enviou uma carta informando que não havia nenhuma irregularidade na linha. Porém nenhum técnico foi à minha casa apurar a queixa e recebi a conta de janeiro com mais ligações interurbanas no valor de R$ 1.562,78. Fui ao posto da Telefônica de novo no dia 26 de janeiro e a atendente, mesmo entendendo a situação, disse nada poder fazer a não ser registrar nova contestação e pedir a reanálise das contas. Informou que isso não adiantaria nada, pois minha linha não tinha nenhuma irregularidade e sugeriu que eu procurasse o Procon. Pedi o cancelamento de linha, entretanto, soube que se o fizesse não receberia a visita de um técnico para verificar o problema. Troquei para a linha econômica, que impede ligações para celulares e interurbanos. Fui obrigado a ter um serviço inferior ao que necessito para resolver um problema que é de obrigação da Telefônica solucionar. Protocolei uma queixa no Procon e vou acionar judicialmente a Telefônica, porque receio que meu nome seja negativado nos órgãos de proteção ao crédito, já que me nego a pagar pelo que não usei.JOSÉ CARLOS FRANCO GODOIItapevi A Telefônica informa que a situação do sr. Godoi foi regularizada. Diz que a empresa tentou, sem sucesso, contato com o cliente e que enviou um telegrama para seu endereço. Gasolina adulteradaNo dia 21/12 abasteci no Posto Shell, situado na Avenida Guilherme Dumont Villares, com gasolina comum, apesar da insistência do frentista para que eu abastecesse com gasolina Power. Paguei com cartão de crédito e não solicitei nota fiscal. Sai do posto e, como fui fazer compras, deixei o carro num estacionamento. Na volta, assim que dei a partida, já senti diferença com relação ao funcionamento do motor - ele estava falhando. Achei que fosse uma "sujeira" no bico e que, após algumas "aceleradas" fortes, ela se dissiparia. Voltei para casa, estacionei na garagem e por causa do rodízio não o usei na segunda-feira. Na terça-feira, após algumas "engasgadas" do motor fui ao trabalho. Já na quarta-feira, por volta das 16 horas, o carro não respondia e o motor estava falhando. Com muito custo cheguei ao escritório de meu cliente. Estacionei e na saída o motor não pegou mais. Tive de chamar o guincho e levá-lo até a oficina. Fiquei por mais de 10 dias sem carro e o serviço teve o custo de R$ 865. Voltei até o posto de gasolina. Falei com o frentista e pedi que ele fizesse uma análise na gasolina vendida. Como ainda havia combustível no carro, retiraram uma amostra e marcaram uma data para que o responsável fosse até o posto fazer essa análise. Após alguns dias, fui até o local combinado e o responsável alegou que não poderia fazer a análise, pois não era de sua competência e que eu deveria ir até o Instituto Falcão Bauer. Ninguém quis assumir a responsabilidade pelos danos causados pela gasolina adulterada. Nesse mesmo dia agendado para a análise, o zelador do prédio em que moro apareceu no posto com o mesmo tipo de reclamação e também não foi atendido.PAULO ROBERTO CAPPISão PauloA Shell Brasil Ltda. informa que no dia 14/1, atendendo à solicitação do leitor, o posto recebeu a visita do laboratório móvel. Os testes de DNA, acompanhados pela esposa do cliente, se mantiveram dentro do padrão Shell e das especificações da ANP e não foram comprovadas irregularidades nos combustíveis ou na compra dos produtos. A cliente solicitou ainda a realização do teste com uma amostra que teria sido retirada do tanque de seu veículo. Destaca, no entanto, que não faz parte do procedimento da empresa efetuar análises de espécimes segregadas ou retiradas dos veículos, pois não podemos garantir que essas amostras foram armazenadas corretamente ou que são 100% de procedência Shell.Burocracia no INSSEm 2006 tive o pedido da revisão da minha aposentadoria aprovado e começaria a receber os novos valores. Só que essa diferença não me foi paga até hoje. Já fui a diversos postos do INSS, entretanto, não tive sucesso. Eles perderam meu processo e disseram que eu teria de providenciá-lo.Tenho 57 anos e fui operado do coração três vezes. Alguém do INSS acha que tenho essa disposição toda? A Ouvidoria só responde que tenho de aguardar.JOÃO FERRENTINI TOJASão PauloO INSS não respondeu à Coluna.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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