Veja antes e depois de região atingida por lama de barragens

Estruturas que se romperam tinham capacidade para 300 milhões de toneladas de rejeitos; 'mar de lama' inundou Bento Rodrigues

O Estado de S. Paulo

12 Novembro 2015 | 19h13

As barragens que se romperam na última quinta-feira, 5, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, deixaram um rastro de destruição na região. O distrito de Bento Rodrigues, o mais afetado, foi praticamente riscado do mapa. Segundo a Defesa Civil, moradores não devem voltar à região.

As barragens, que pertenciam à Samarco, controlada pela Vale, tinham capacidade para 300 milhões de toneladas de rejeitos. Depois de inundar Bento Rodrigues, a lama chegou ao Rio Doce, matando animais, interrompendo o funcionamento de hidrelétricas e obrigando cidades ribeirinhas a suspender o bombeamento de água para tratamento.

As imagens abaixo foram captadas pela Airbus Defence and Space, por meio satélite de alta resolução, em junho deste ano e de 7 de novembro, dois dias após o rompimento das barragens:

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