Vendidos 40% dos novos ingressos para primeiro dia de desfiles

De acordo com balanço preliminar divulgado pela Dimep - empresa responsável pela comercialização dos ingressos para os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo, até o fim da tarde desta sexta-feira, 40% dos novos ingressos disponibilizados para o primeiro dia de desfiles (sexta-feira, dia 24) foram vendidos. Os ingressos, que estavam esgotados até ontem, começaram a ser vendidos de novo por causa do cancelamento do Camarote A1, que liberou 2.070 ingressos. A campanha promocional tinha como vitrine o ator Reynaldo Gianecchini, mas não deu certo. Segundo a Dimep, a Fast Comunicações, que organizava o camarote, não pagou duas parcelas, fato que levou à rescisão do contrato com a Fast. No total, foram postos à venda 1.700 ingressos de arquibancada, 120 de cadeiras de pista e 250 de mesas de pista. Os preços vão de R$ 40 (arquibancada mais barata) até R$ 1.260 (a mesa de pista mais cara). Além das duas campeãs do carnaval, Império da Casa Verde e Mocidade Alegre, o dia 24 terá cinco das mais conhecidas escolas de São Paulo. São elas: a Gaviões da Fiel, Rosas de Ouro, Camisa Verde e Branco, Vai-Vai e Nenê de Vila Matilde. Para comprar os bilhetes preciso ir nas bilheterias do Anhembi, das 9h às 18h, ou ligar no telefone (0xx11) 2191-6900. Não haverá venda pela internet. Já para quem quiser maior conforto, estão também à venda ingressos para a área Vip Club, no setor 3, ao lado do recuo da bateria, considerada uma espaço privilegiado do Anhembi Para ter acesso a regalias como massagista, pista de dança, DJs, cabeleireiro, além de drinks, o folião paga R$ 800 para sexta ou R$ 700 para Sábado. No caso do pacote todo, que inclui as três dias, o valor é R$ 1.600. São 500 lugares para sexta , sábado e para o desfile das campeãs . Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Anhembi e por telemarketing, de segunda a sábado, das 9h às 18h. Processo Após o desentendimento com a Fast Line, a assessoria de imprensa de Reynaldo Gianecchini confirmou que o ator vai processar a empresa - organizadora do camarote A1. Gianecchini quer ser indenizado por ter servido como vitrine para promover a campanha do camarote, que foi vetada pela Dimep por falta de pagamento.

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