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Viaduto Antártica terá pista liberada em dezembro

A Secretaria de Infra-Estrutura Urbana aumentou o número de operários envolvidos na reestruturação do Viaduto Antártica, na zona oeste. O objetivo é conseguir liberar a pista marginal-centro até dezembro deste ano. Ao grupo de 80 funcionários que estavam trabalhando na manutenção do viaduto desde o início de abril do ano passado foram somados mais 50 operários que trabalham em dois turnos diferentes. "Quem passa na região não pode ver todos os trabalhadores, pois além de o local ser muito grande, eles realizam o serviço na parte interna da estrutura do viaduto", explicou o chefe de gabinete da secretaria, Ricardo Rezende Garcia. Segundo ele, metade do viaduto deve estar pronta até o fim do ano, mas a previsão para o término da pista centro-marginal é para setembro do ano que vem. "Em dezembro deste ano, os veículos poderão trafegar em duas faixas para cada sentido", concluiu Garcia. De acordo com a secretaria, houve demora na obra de manutenção da pista marginal-centro - que começou em abril de 2000 - por causa da gestão do ex-prefeito Celso Pitta. A secretaria informou que Pitta não pagou as empreiteiras que trabalhavam no local. Incêndio Depois do incêndio que atingiu o viaduto no dia 17 do mês passado, a Prefeitura teve de interditar totalmente a passagem de veículos. O fogo foi provocado por um curto-circuito ocorrido em uma favela que se localizava sob o viaduto. Garcia disse que os trabalhadores já começaram a recuperar os pilares, retirando o concreto que existia e substituindo-o por um novo. Já foram feitas também algumas janelas na parte de cima do viaduto para os operários trabalharem internamente. Depois que o pavimento for refeito e as janelas fechadas, a secretaria pretende recuperar a parte visual, incluindo os guard-rails, as juntas de dilatação e o aparelho de apoio - que age como uma mola entre o pilar e a pista do viaduto. Deslocamento de 20 centímetros"A situação do viaduto não estava boa. Estamos reforçando a estrutura para que possa comportar mais peso", disse Garcia. Ele afirmou que foram encontradas trincas de dois a três centímetros. "O viaduto chegou a deslocar-se de seu eixo em cerca de 20 centímetros. Durante muito tempo, passaram caminhões pesados, que o viaduto não comportava."

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