Vídeo com imagens de estudante baleada é adulterado

O chefe de Polícia Civil, Álvaro Lins, confirmou que dez minutos de gravações feitas por duas câmeras do circuito interno de TV da Universidade Estácio de Sá, onde a estudante Luciana de Novaes foi baleada na semana passada, foram adulterados. Os trechos mais importantes, que correspondem ao momento em que Luciana foi baleada e à correria que se seguiu, foram substituídos por outras imagens, segundo Lins. Ele disse que isso é crime passível de quatro anos de detenção. Se as imagens não forem entregues até amanhã, Lins pedirá abertura de inquérito paralelo para apurar o caso. O delegado Luiz Alberto de Andrade, que investiga o crime na universidade, foi hoje até lá para cobrar explicações sobre a adulteração.

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