Vigia usado como refém é hospitalizado

Em estado de choque, o vigia Roberto Costa deu entrada no Hospital Municipal de Mogi da Cruzes. Ele passou algumas horas com um artefato, possivelmente explosivo, amarrado ao corpo. A maior tensão era provocada por um apito intermitente emitido pela suposta bomba, dando a impressão de que a qualquer momento poderia explodir. Roberto estava de plantão numa agência do Banco do Brasil no centro de Mogi da Cruzes (SP). Seis bandidos invadiram aquela agência, às 10h da manhã, e tentaram arrombar o cofre, durante quase 8 horas. Diante do insucesso, às 18h10, fugiram, deixando o suposto explosivo amarrado ao corpo do vigia. A polícia foi chamada, chegando pouco depois. Nenhum dos invasores foi preso. A ?bomba? foi retirada e destruída, no estacionamento do banco, por agentes do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar. O delegado de plantão de Mogi está instaurando inquérito para apurar o ocorrido e dar início às investigações. Ele já ouviu o comandante da operação do Gate, um representante da empresa de vigilância e deverá ouvir ainda a gerência do banco. Roberto ainda não foi liberado pelos médicos.

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