Vilma diz que é mãe de Roberta e contrata novo advogado

A empresária Vilma Martins Costa, de 48 anos, acusada de ter seqüestrado o bebê Pedro Rosalino Braule Pinto, o Pedrinho, no dia 21 de janeiro de 1986, do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, voltou a dizer que é inocente, nesta terça-feira, ao falar com repórteres que fazem plantão na porta de sua casa. Vilma afirmou que Roberta Jamilly, irmã de Pedrinho, é sua filha biológica. A polícia suspeita de que Roberta seja a filha de Francisca Maria Ribeiro da Silva, que foi levada por uma mulher, dois dias após o nascimento, no dia 4 de março de 1979, da Maternidade de Maio, em Goiânia.Francisca pediu ao delegado-titular da Delegacia de Investigações Criminais (Deic), Antônio Gonçalves, que apresse as investigações e faça o pedido de exame de DNA. O delegado começará a ouvir testemunhas nesta semana e disse que só poderá fazer o pedido de exame de DNA se houver provas suficientes para embasá-lo. Um novo advogado assumiu, nesta terça-feira, a defesa de Vilma Martins Costa. O advogado Max Lânio Leão passou a manhã e parte da tarde reunido com sua cliente. Ele disse que vai fazer um estudo aprofundado do caso para, posteriormente, contestar as provas existentes contra Vilma e provar sua inocência. Max Lânio vai defender Vilma nos dois casos de seqüestro em que foi envolvida.

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