Vilma Martins é condenada no caso Roberta Jamilly

A ex-empresária Vilma Martins Costa foi condenada, nesta quarta-feira, a quatro anos e seis meses de reclusão em regime fechado por ter registrado como filha a menina Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva, que desapareceu da Maternidade Maio, em 1979, em Goiânia. Aparecida Fernanda foi registrada por Vilma Martins como Roberta Jamilly. A sentença foi proferida pelo juiz Marcelo Fleury Curado, da 9ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Segundo o juiz, Vilma foi condenada com base no artigo 242 do Código Penal pelo crime de registro de filho alheio como próprio.Vilma não foi condenada pelo crime de subtração de incapaz porque este delito não foi apreciado por causa da decisão do Tribunal de Justiça de trancar a ação penal. Vilma está presa na Casa de Prisão Provisória de Goiás desde maio, onde aguardava pelo julgamento de hoje. Em agosto, ela foi condenada pelo juiz da 10ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Adagmar José Ferreira a 8 anos e 8 meses de prisão, no regime semi-aberto. Nesta sentença, Vilma foi condenada por três crimes: subtração do garoto Pedro Braule Pinto de uma maternidade em Brasília, parto suposto e falsificação de documentos.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.