Votos do PP podem ajudar Dilma em São Paulo

Enquanto enfrenta uma ansiedade "inversamente proporcional" - a negativa, diante da possibilidade de um segundo turno na eleição presidencial, e a positiva, com a expectativa de a disputa se estender no Estado -, o comando do PT e da campanha de Dilma Rousseff vê como trunfo de última hora a adesão de Celso Russomanno (PP) à petista.

Cenário: Malu Delgado, O Estado de S.Paulo

29 Setembro 2010 | 00h00

Detentor de 8% a 10% das intenções de votos em São Paulo, o pepista, pelos cálculos entre aliados de Dilma, pode convencer pelo menos 20% de seu eleitorado a votar no 13. Expectativas em campanha não são mantras aritméticos, mas a coordenação da campanha de Dilma arrisca dizer que isso pode ajudar a garimpar cerca de 2 pontos porcentuais no maior colégio eleitoral do País.

O auxílio vem a calhar na hora em que a petista enfrenta uma onda de ligeira oscilação negativa, acompanhada do crescimento gradual de Marina Silva (PV).

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