X-9 Paulistana encerra os desfiles do grupo especial de São Paulo

A X-9 Paulistana entrou na avenida para fechar o desfile do Grupo Especial de São Paulo, com o samba-enredo X da questão. A vice-campeã do ano passado, trouxe 3.500 componentes, distribuídos em 23 alas, para tentar levar seu terceiro título desde sua fundação, em 1975. Fundada no Bairro de Parada Inglesa por um grupo de amigos que comemoravam a vitória do Grêmio Internacional parada Inglesa, a escola nasceu com o nome de um personagem em quadrinho. Só em 1986 a agremiação tomou o nome atual. A comissão de frente da escola veio para a avenida formada só por mulheres. O carro abre-alas abordou o confronto entre o bem e o mal. Apesar de já estar de dia, o colorido da escola e o luxo das fantasias não foram ofuscados. A ala que simboliza as civilizações árabes levaram para a avenida fantasias com tons de azul. Nas alas que representam as civilizações orientais, cores fortes, como rosa e vermelho. Ousada, a bateria da X-9 Paulistana, que ganhou nota máxima no ano passado, faz uma paradinha com volta rebuscada. A empolgação da porta-bandeiras estreante Ana Paula levou o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeiras para uma atuação quase perfeita. Eles usaram um efeito especial e soltaram fumaça verde. Com muito bom humor, a escola desvendou vários tipos X. Os lanches que começam com X, o ponto X, dizer X na hora de tirar foto e até o X da teoria da relatividade foram lembrados. Este ano a apuração tem uma novidade em relação aos outros anos, com o ponto fracionado. A novidade deve dar mais emoção na divulgação do resultado.

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