MARCOS DE PAULA/ESTADÃO
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Após amargar 7ª posição, Paulo Barros deixa Mocidade

Carnavalesco assumiu a escola de samba após romper com a Unidos da Tijuca, agremiação que venceu em 2010, 2012 e 2014

Fábio Grellet, O Estado de S. Paulo

24 de fevereiro de 2015 | 17h14

RIO - O carnavalesco Paulo Barros deixou a Mocidade Independente de Padre Miguel, escola de samba carioca em que trabalhou pela primeira vez neste carnaval. Segundo integrantes da agremiação, a decisão foi tomada durante uma reunião realizada na tarde desta terça-feira, 24, entre Barros e diretores da escola, que é comandada pelo empresário Rogério Andrade, sobrinho do contraventor Castor de Andrade (1926 -1997).

Os motivos que levaram à não renovação do contrato entre as duas partes ainda não foram divulgados. Até a tarde desta terça-feira, nem a assessoria da escola nem o próprio carnavalesco haviam se manifestado sobre o rompimento. No último carnaval, a escola ficou em sétimo lugar no desfile, com um enredo sobre o que as pessoas fariam se o mundo fosse acabar.


Paulo Barros assumiu a Mocidade após romper com a Unidos da Tijuca, escola em que havia sido tricampeã (2010, 2012 e 2014). Após o desfile deste ano, Paulo e o presidente da Tijuca, Fernando Horta, trocaram acusações pelas redes sociais. A discussão fez Paulo Barros decidir encerrar sua conta no Facebook.

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