FIP/Divulgação
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Manifestante de protestos no Rio é liberado após seis meses

Assim como Sininho e Moa, Igor Mendes foi beneficiado por habeas corpus do STJ; trio é acusado de associação criminosa e violência

Carina Bacelar, O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2015 | 10h43

RIO - Foi liberado na tarde desta quinta-feira, 25, o ativista Igor Mendes, preso acusado de ter cometido atos violentos em manifestações no Rio de Janeiro. Do lado de fora do Complexo de Gericinó, na zona oeste da capital, onde eles estava preso desde 3 de dezembro do ano passado, o ativista foi recepcionado por membros da Frente Independente Popular (FIP), grupo que atuava em manifestações de 2013 e 2014 e do qual faz parte.

Mendes e as ativistas Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, e Karlayne Moraes, a Moa, foram beneficiados por um habeas corpus concedido na última segunda-feira, 22, pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ). As duas estavam foragidas desde dezembro de 2014. 

O trio faz parte de um grupo de 23 ativistas que é acusado de associação criminosa e atos violentos durante as manifestações de 2013 e 2014.

A ordem de prisão do trio havia sido dada pelo juiz Flávio Itabaiana, da 7ª Vara Criminal. Com base em fotos da Polícia Civil que mostravam os três em uma suposta manifestação, em 15 de outubro de 2014, na Cinelândia, região central, o juiz entendeu que os ativistas haviam descumprido uma das medidas cautelares impostas pelo desembargadores da 7ª Câmara Criminal, que os mantinha em liberdade desde que eles não participassem de protestos.

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