Fernando Maia/Riotur
Fernando Maia/Riotur

Com 520 mil foliões na segunda-feira, carnaval de rua do Rio já atraiu 3 milhões, diz agência da pre

Destaque foi o Sargento Pimenta, no Aterro do Flamengo; carnaval carioca tem sido marcado pela chuva

Fernanda Nunes e Vinicius Neder, O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2020 | 17h33

RIO - Cerca de 520 mil foliões pularam o carnaval nos blocos de rua do Rio nesta segunda-feira, 24, até as 18 horas, informa balanço divulgado pela Riotur. A agência municipal de promoção do turismo da capital fluminense já contabilizou um público de 3 milhões de pessoas nos blocos cariocas desde sábado.

O maior desfile da segunda-feira de carnaval foi do Bloco do Sargento Pimenta, que no Aterro do Flamengo, na zona central da cidade, atraiu 340 mil foliões pela manhã e início da tarde. Em seu décimo ano de carnaval, o Sargento Pimenta toca músicas do repertório dos Beatles em ritmo de samba e outros estilos brasileiros, com sua bateria formada por músicos formados em oficinas de percussão.

No Leblon, na zona sul, o bloco Corre Atrás, que neste ano completou seis anos de folia, arrastou 80 mil pessoas. Também desfilaram nesta segunda-feira os blocos Que Pena Amor (10 mil foliões); Vem Cá, Minha Flor (9 mil); Bloco de Segunda (8,5 mil); Bloco Virtual (6 mil); e Batucada Abençoada (2 mil).

No Centro, na mesma linha do Sargento Pimenta, o bloco Dinossauros Nacionais arrastou 12 mil foliões com versões carnavalescas de sucessos no rock brasileiro.

“Prefiro os blocos que ficam parados, com palco, para não correr o risco de acabar imprensada numa rua mais estreita”, disse a consultora de comunicação Aline Salgado, que começou a segunda-feira de carnaval acompanhada de um grupo de amigos no Dinossauros Nacionais.

Outra preocupação permanente, principalmente onde há mais aglomerações, é com a segurança – furtos de celulares são comuns. O carnaval carioca de 2020 também está sendo marcado pela chuva, que cai na cidade desde a tarde de sexta-feira. Mesmo assim, a chuva e o clima mais ameno não desanimaram.

“É melhor do que ficar debaixo de sol”, brincou Aline.

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