Infográfico/Estadão
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Bombeiros buscam no mar mais três vítimas de desabamento de ciclovia

Helicóptero sobrevoa local e quarenta homens participam da operação; ao menos duas pessoas morreram no acidente

Clarissa Thomé; Constança Rezende, O Estado de S. Paulo

22 Abril 2016 | 08h12

RIO -  O comandante das Atividades de Salvamento Marítimo do Corpo de Bombeiros do Rio, coronel Marcelo Pinheiro, afirmou, na manhã desta sexta feira (22), que o Corpo de Bombeiros trabalha com a possibilidade de ainda haver no mar até três corpos de vítimas do desabamento ocorrido ontem na Ciclovia Tim Maia na altura do Castelinho, na Avenida Niemeyer, zona sul do Rio de Janeiro. Até o fim da manhã, porém, ninguém procurara a Defesa Civil para relatar possíveis desaparecimentos de usuários da via. Há relatos de que, no momento da queda, havia mais pessoas no trecho acidentado – de uma a três, dependendo da testemunha. Por isso, o trabalho de rastreamento à procura de outros cadáveres foi retomado hoje às 6h.

"Estamos fazendo buscas aéreas, terrestres e subaquáticas. Estamos esperando o mar ficar mais calmo para que os mergulhadores possam fazer abordagens no costão para ver se há possíveis corpos presos nas fendas", afirmou Pinheiro. “As buscas aéreas vão continuar até duas ou três semanas, porque os corpos podem emergir de três até quinze dias e podem se deslocar a distâncias muito grandes. Podem ser encontrados até na praia do Recreio dos Bandeirantes (a quilômetros do ponto do acidente)."

Uma embarcação e motos aquáticas percorrem as áreas próximas à ciclovia. Um helicóptero também sobrevoa a região. Quarenta bombeiros participam da operação. Um navio patrulha da Marinha dá apoio às buscas e mantém afastadas embarcações que tentam se aproximar da região.

O prefeito Eduardo Paes estava viajando para Atenas, onde participaria da cerimônia de acendimento da tocha olímpica, mas voltou ao Rio. Ele marcou uma reunião com o secretariado para a manhã desta sexta-feira.

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