Hudson Pontes/Prefeitura do Rio de Janeiro
Hudson Pontes/Prefeitura do Rio de Janeiro

Cinco dias após destruição de cabines, pedágio da Linha Amarela volta a ser cobrado

Taxa de R$ 7,50, contudo, está sendo cobrada apenas no sentido que leva à Barra da Tijuca, na zona oeste

Márcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

01 de novembro de 2019 | 08h39

RIO - Cinco dias após ter a praça de pedágio destruída por ordem do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), a Linha Amarela voltou a ter cobrança de tarifa nesta sexta-feira, 1.º. A taxa de R$ 7,50, contudo, está sendo cobrada apenas no sentido que leva à Barra da Tijuca, na zona oeste. No sentido à Ilha do Fundão, na zona norte, a cobrança passará a vigorar no domingo, 3.

No domingo passado, equipes da Prefeitura do Rio foram à praça de pedágio e destruíram as cabines, além de inutilizar cancelas, sensores e câmeras. A energia também foi cortada. A ação, que causou polêmica na cidade, fez parte da quebra unilateral do contrato que o Rio tem com a concessionária Lamsa, que administra a via expressa.

Após a destruição das cabines, a Lamsa acionou a Justiça e conseguiu liminar que restabelecia o pedágio. A decisão também determinou que a Prefeitura do Rio pagasse multa de R$ 100 mil por cada dia sem cobrança.

Na madrugada de terça-feira, 29, uma equipe de 100 funcionários da concessionária começaram os reparos na praça de pedágio. No dia anterior, a Polícia Civil realizou perícia no local a pedido do Ministério Público do Rio (MPRJ), que abriu procedimento investigatório.

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