Comandante-geral da PM do Rio é afastado do cargo

Sérgio Cabral e comandantes de batalhões fizeram reunião nesta terça para decidir futuro de Ubiratan

Pedro Dantas, O Estado de S. Paulo

29 de janeiro de 2008 | 14h52

O governo do Rio deve anunciar nas próximas horas a exoneração do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ubiratan Ângelo. O nome do substituto ainda é mistério, mas o mais cotado para assumir o cargo é o chefe do Estado Maior da PM, coronel Samuel Dionízio.  Entre os demais nomes cogitados estão o o coronel Francisco Beltrão, desafeto das entidades de direitos humanos, o coronel Romilton Corrêa, que teria sido indicado por prefeitos do interior e o chefe do Comando de Policiamento da Capital, coronel Antônio Carlos Soares David.  De acordo com a Assessoria de Imprensa do governo estadual, o governador está reunido com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e com alguns coronéis da Polícia Mlilitar no Palácio Laranjeiras. O grupo de oficiais conhecidos como "Coronéis Barbonos", que promoveram no final de semana uma manifestação nas proximidades do prédio onde vive o governador esteve no Quartel General da Polícia Militar, no Centro, para prestar solidariedade ao coronel Ubiratan Ângelo.  Durante a manhã desta terça-feira, ele disse a jornalistas que sabia apenas das notícias divulgadas pela imprensa sobre os rumores de sua exoneração. Porém, não esteve no café da manhã onde receberia a imprensa em homenagem ao Dia do Jornalista e foi substituído pelo coronel Dionízio.

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