Começa defesa de acusados de agredir doméstica no Rio

Agressão aconteceu na madrugada do dia 23 de junho, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio

17 de agosto de 2007 | 03h31

As testemunhas de defesa dos acusados de agredir e roubar a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto, de 32 anos, começam a depor nesta sexta-feira, 17, às 10 horas, no Rio de Janeiro. A agressão aconteceu na madrugada do dia 23 de junho, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade, quando Sirlei esperava um ônibus. O juiz Jorge Luiz Le Coq D'Oliveira, titular da 38ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do RJ (TJ-RJ), ouvirá as testemunhas de defesa de Felippe de Macedo Nery Neto e de Rubens Pereira Arruda Bruno. No dia 29 de agosto, às 13 horas, serão ouvidas as testemunhas de defesa de Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, Leonardo Pereira de Andrade e Julio Junqueira Ferreira. A previsão é de que sejam ouvidas 15 pessoas nesta sexta, sendo sete testemunhas a favor de Felippe e oito a favor de Rubens. O sumário de acusação aconteceu no dia 3 de agosto. Na ocasião, Sirlei prestou depoimento por quase três horas, confirmando que o grupo a agrediu e roubou sua bolsa, quando ela estava em um ponto de ônibus, próximo ao prédio onde trabalha, a fim de ir a uma consulta médica, em Imbariê, Duque de Caxias. Foram identificados o acusado Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, como o primeiro que a agrediu e chutou o seu rosto, na altura do olho esquerdo, e Felippe de Macedo Nery Neto, como o dono do Gol preto onde os rapazes estavam. Os depoimentos das testemunhas de acusação duraram mais de sete horas. Na ocasião, foram ouvidas seis pessoas, entre elas, o taxista Márcio Abreu Braga Magalhães, Ângela Maria Gomes dos Santos e Ana Lúcia Cordeiro Julião da Costa, que afirmaram ter visto Sirlei apanhar muito dos cinco rapazes, levando vários chutes na cabeça e no braço.

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