EFE / EPA / FERNANDO MAIA
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Crivella quer pesquisa popular para definir réveillon de Copacabana

Prefeito, primeiramente contra a realização da festa, recua após receber pressão de representantes dos setores de bares e hotelaria

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2020 | 12h20

RIO - Depois de afirmar que a festa de réveillon de Copacabana não poderia ser realizada sem uma vacina contra o coronavírus, e de recuar após receber pressão de representantes dos setores de bares e hotelaria, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), agora pretende fazer uma pesquisa junto à população para definir o que será da mais famosa festa da virada do País.

O modelo de consulta, porém, ainda parece ser incipiente. "(Vamos fazer) pesquisa. Instituto de pesquisa, tipo o Ibope, Paraná Pesquisas, têm outras pesquisas que fazem com as pessoas, hoje fazem muito por telefone", declarou Crivella. "Fazemos uma amostra, consultamos a população, verificamos o que eles acham, o que eles não acham, e assim a gente vai tentando construir um consenso neste momento de crise."

No fim de semana, a Riotur informou que vai apresentar “um novo modelo para a festa, com possibilidades virtuais, devido à pandemia”, e destacou que “fogos serão mantidos”, embora não tenha esclarecido o lugar de exibição nem se será permitida presença de público.

Agora, Crivella sinaliza que não pretende tomar uma decisão final sozinho. "Priorizada a vida, priorizadas as medidas da vigilância sanitária, nós então vamos consultar a população. Não só a população, mas também as forças de segurança, conversar com a Polícia Militar, as forças da Polícia Rodoviária Federal, as forças da Polícia Rodoviária Estadual, e também o pessoal do transporte", comentou.

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