Reprodução/Disque Denúncia
Reprodução/Disque Denúncia

Disque Denúncia aumenta recompensa por Rogério 157

Traficante seria um dos homens que sequestraram táxi que foi interceptado por policiais; ele conseguiu fugir

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2017 | 19h01

RIO - O Disque Denúncia aumentou de R$ 30 mil para R$ 50 mil a recompensa para quem der informações que levem ao paradeiro do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157. A Polícia Civil suspeita que o criminoso era um dos homens que estavam em um táxi sequestrado por bandidos durante a madrugada deste sábado, 23. Os homens trocaram tiros com policiais do Batalhão de Operações Especais (Bope) da Polícia Militar e fugiram, junto a um dos acessos da favela. Antes, policiais diziam que Rogério estava refugiado na parte alta da comunidade. O grupo de Nem estaria embaixo.

+++ Segundo dia de cerco à Rocinha tem 9 presos e 2 mortos

+++ Após cerco na Rocinha, Forças Armadas põem três mil homens de prontidão

“O Rogério está acuado, deveria procurar a Polícia e se entregar”, afirmou o delegado Antônio Ricardo, da 11ª DP (Rocinha), no início da noite deste sábado. “A prisão dele deve acontecer a qualquer momento.” Segundo o policial, a hipótese de Rogério ser um dos homens que fugiram de madrugada “bate” com informações apuradas por policiais.

O Disque Denúncia informou que, excepcionalmente neste domingo, 24, a Central de Atendimento (2253-1177) funcionará das 7 horas às 23h30.

+++ Portal dos procurados divulga fotos de traficantes da Rocinha

Durante a madrugada de sábado, o taxista foi sequestrado no Jardim Botânico e levado para o alto do Horto, bairros nobres próximos à Rocinha, onde os bandidos que estavam no carro desembarcaram para que outros quatro entrassem no automóvel. Segundo relatos do motorista, eles se referiam a um deles como “pai”. A descrição física do suspeito bate com a de Rogério 157. O homem teria dito ser “cria da Rocinha” e afirmado que não vai desistir da comunidade.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.