Em comunicado, Sindelpol-RJ critica advogada Eloísa Samy

A entidade repudia "de forma veemente as declarações impertinentes e oportunistas da advogada, assim como qualquer tipo de ingerência nas investigações do caso"

Fernanda Nunes / RIO, O Estado de S.Paulo

29 Maio 2016 | 17h46

O Sindicato de Delegados de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sindelpol-RJ) divulgou neste domingo (29) comunicado em que critica a advogada da adolescente vítima de estupro coletivo, Eloísa Samy. No texto, a entidade afirma repudiar "de forma veemente as declarações impertinentes e oportunistas da advogada, assim como qualquer tipo de ingerência nas investigações do caso". O Sindepol, segundo a nota, recebe o apoio do Sindicato de Delegados Federais do Rio de Janeiro (SindiPF-RJ). 

A advogada pediu neste sábado (28) ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro para que a investigação seja desmembrada e que o delegado responsável pelo caso, Alessandro Thiers, da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), investigue apenas a divulgação de imagens da adolescente na internet. De acordo com o pedido da advogada, a coordenação das investigações ficaria com a Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente Vítima (DCAV), que apenas acompanha o caso. 

No comunicado, o Sindipol-RJ afirma que a Polícia Civil do Estado do Rio se "notabiliza pela defesa intransigente dos direitos humanos e guarda dos direitos fundamentais, em especial os das crianças, dos adolescentes e das mulheres". A entidade ainda destaca “as biografias dos delegados responsáveis pela investigação”, que são “a certeza da imparcialidade e eficiência na apuração dos fatos”.

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