Fabio Motta / Estadão
Fabio Motta / Estadão

Em estado de atenção, Rio sofre com chuvas, ruas alagadas e trânsito complicado

Na tarde de segunda-feira, uma mulher morreu na Baixada Fluminense; Aeroporto Santos Dumont opera com auxílio de instrumentos para pousos e decolagens

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de fevereiro de 2019 | 11h46

RIO - A frente fria e as chuvas que chegaram ao Rio de Janeiro continua causando transtornos à população em praticamente todo o Estado nesta terça-feira, 5, principalmente na capital, onde há muitas ruas alagadas. Algumas vias públicas estão interditadas em razão da formação de bolsões de água e de semáforos com defeito.

Uma mulher morreu em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na tarde de segunda-feira em consequência da queda do muro de uma casa na Avenida Getúlio de Moura. O Aeroporto Santos Dumont, como já havia ocorrido na manhã anterior, opera com auxílio de instrumentos para pousos e decolagens.

A cidade está em estado de atenção desde às 8h20 de segunda. A Barra da Tijuca, na zona oeste, é uma das regiões mais prejudicadas pelas fortes chuvas. A Autoestrada Lagoa Barra, que liga a Barra à Lagoa Rodrigo de Freitas, chegou a ser interditada na altura de São Conrado em razão de um bolsão de água, mas já foi liberada pela CET-Rio.

Segundo o Alerta Rio, os ventos úmidos que sopram do oceano para o continente mantém o tempo instável na cidade nesta terça. Desta forma, a previsão é de céu encoberto com chuva fraca a moderada isolada.

Após mais de três semanas de forte calor, em torno de 40ºC, houve queda na temperatura e a máxima prevista para o dia não deve ultrapassar os 26ºC, com a mínima chegando a 19°C.

Em vários pontos da cidade, os semáforos estão apagados ou amarelos e piscando, o que deixa o trânsito ainda mais caótico, dificultando a chegada da população aos seus locais de trabalho.

Choveu forte também na Região Serrana do Estado e em municípios da Costa Verde, como Paraty, Mangaratiba e Angra dos Reis, onde a Rio-Santos teve o trânsito prejudicado, principalmente na noite de segunda-feira, em razão da formação de vários bolsões pela água que desceu das rochas localizadas ao longo da rodovia. / Agência Brasil

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.