Reprodução/Instagram
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Exames em casal encontrado morto no Leblon apontam asfixia; intoxicação por gás é apurada

Laudos do IML sobre as mortes do empresário Matheus Correia Viana e da psicóloga Nathalia Guzzardi Marques foram divulgados nesta quarta-feira. Polícia investiga se gás vazou de aquecedor do chuveiro

Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo

23 de junho de 2021 | 22h57

RIO - Laudos do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro apontam que as mortes do empresário Matheus Correia Viana e da psicóloga Nathalia Guzzardi Marques, ambos de 30 anos, foram causadas por asfixia. Os corpos dos dois foram encontrados no banheiro do apartamento de Viana, no Leblon (zona sul do Rio), na noite de terça-feira, 22.

Quando amigos chegaram para esclarecer o que havia ocorrido, o chuveiro, que é aquecido a gás, estava ligado. A polícia acredita que o casal morreu intoxicado por monóxido de carbono, liberado pelo aquecedor, que fica dentro do banheiro e aparentemente está desregulado.

Os laudos apontam “sinais gerais de asfixia (nos corpos), com coloração carminada dos tecidos, sugestivo de intoxicação exógena”. Serão realizados exames complementares para analisar se a intoxicação ocorreu por monóxido de carbono.

O caso é investigado pela 14ª DP (Leblon), que nesta quarta-feira, 23, tomou o depoimento de seis pessoas. A polícia acredita que as mortes foram causadas pela concentração de monóxido de carbono no banheiro. O apartamento não tinha sinais de arrombamento.

Amigos de Marques foram ao apartamento porque estavam preocupados com o sumiço dele. Eles tinham o código eletrônico que abria a porta do imóvel. Cinco das seis pessoas ouvidas pela polícia nesta quarta-feira compunham esse grupo que entrou no apartamento.

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