Familiares e amigos protestam contra morte de enfermeira

Mulher de 51 anos morreu após ter sido atropelada e arrastada por 150 metros presa a um carro

Pedro Dantas, do Estadão,

14 Setembro 2007 | 14h02

Familiares e amigos da enfermeira Virgínia Santana de Almeida Silva, de 51 anos, atropelada e arrastada por 150 metros presa a um carro no Rio de Janeiro, colocaram panos e faixas pretas nos portões de suas casas em protesto à morte dela, na manhã desta sexta-feira, 14. Virgínia morava na Rua Bamboré, em Del Castilho, na zona norte do Rio, quando foi atingida por volta das 18h30 de quinta-feira, 13.   Mulher é arrastada por 150 metros presa a carro e morre no Rio   A enfermeira teve ferimentos graves, várias fraturas e perdeu dedos e parte do couro cabeludo; ela foi internada no Hospital Salgado Filho, no bairro do Méier.   A Polícia investiga se o carro que a atropelou era dirigido por bandidos que davam cobertura a um roubo de carro ou por uma vítima apavorada, que tentava fugir de dois homens armados com pistolas. Os criminosos praticaram uma série de assaltos e roubos de carros, em seqüência, em quatro bairros da zona norte, antes do atropelamento da enfermeira.   Moradores se dizem chocados com o rastro de sangue e pertences da vítima que continuam no local. O episódio remeteu ao assassinato do menino João Hélio, de sete anos, morto após ser arrastado por bandidos pendurado a um carro que roubaram.

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