Bruno Kelly/Estadão
Bruno Kelly/Estadão

Forças Armadas cercam a Rocinha pelo segundo dia consecutivo

Militares se posicionam nas entradas da favela enquanto policiais fazem buscas por criminosos

Bibiana Borba, O Estado de S.Paulo

11 Outubro 2017 | 06h56

As Forças Armadas voltam a cercar os acessos à favela da Rocinha, na zona sul do Rio, na manhã desta quarta-feira, 11. Pelo segundo dia consecutivo, os militares apoiam as polícias Civil e Militar em operação de busca a criminosos envolvidos na invasão da comunidade no mês passado, conforme a Secretaria de Estado de Segurança (Seseg/RJ). O efetivo é ainda maior do que no dia anterior, de cerca de 600 integrantes do Exército, Marinha e Aeronáutica e mais 550 policiais.

Nesta terça, mais de mil militares participaram de operação na comunidade durante o dia. Em paralelo, uma ação na região da Ilha do Governador prendeu uma das pessoas mais procuradas por suposta participação nos últimos conflitos no Rio: a mulher do traficante Antônio Bonfim Lopes, Danúbia Rangel, conhecida como a Xerifa da Rocinha.

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Nesta quinta, as buscas na Rocinha são concentradas na região da mata que contorna a favela, para onde os procurados teriam fugido. Os agentes também buscam por armas e drogas armazenadas dentro da comunidade. A operação começou por volta das 5 horas da manhã e deve se estender durante o dia. Até o momento, as forças de segurança não informaram se houve novas prisões ou confrontos com traficantes na região.

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